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34 técnicas de Análise de Negócios do BABOK®

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Análise de negócios: as 34 técnicas do BABok V3
Análise de negócios: as 34 técnicas do BABok V2 -

34 técnicas de análise de negócios do capítulo 9 da versão 2.0 do Guia BABOK.

Análise de Negócios - Versão 2 do guia BABOK
Análise de Negócios – Versão 2 do guia BABOK
Análise de Negócios – Versão 2 do guia BABOK em edição impressa.

O guia BABOK® provavelmente é o livro de cabeceira de todo analista de negócios de alto nível. Nesta nova versão do livro, é apresentada uma lista de técnicas muito bem detalhada. Cada uma possui relação uma ou mais atividades ou fases da análise de negócios.

Cada uma das técnicas documentadas no guia BABOK reporta detalhes e informações importantes sobre a execução eficiente das atividades. Uma atividade pode não ter, uma ou mais técnicas relacionadas. Uma técnica deve envolver pelo menos uma atividade.

Análise de negócios: "As 34 técnicas de análise de negócios documentadas pelo GUIA BABOK"
Análise de negócios: “As 34 técnicas de análise de negócios documentadas pelo GUIA BABOK”

 


BABOK: QUAIS SÃO AS 34 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE NEGÓCIOS

Cada uma destas técnicas de entendimento, conceituação e análise de processos e rotinas em um negócio cobrem a maioria das situações que um analista de negócios encontrará na vida cotidiana.


É importante observar quanto a documentação do guia BABOK®:

O Guia BABOK® informa quando usar as técnicas, mas não fornece exemplos práticos de como usar as técnicas.

A maior dificuldade do analista de negócios é aprender como usar corretamente as técnicas. Dificilmente o Analista de Negócios usará todas as técnicas que estão na lista.

O analista de negócios deve identificar quais técnicas são mais comuns e quais produzem o melhor resultado.

De acordo com o Guia BABOK®, existem várias técnicas consideradas mais comuns ou mais conhecidas para realizar o levantamento dos requisitos de negócio.

Pode-se dizer que parte das técnicas do BABOK® Guide é amplamente utilizada, entretanto outras, são pouco viáveis e utilizadas, em partes por serem consideradas “burocráticas” de mais.

Essas técnicas são usadas regularmente pela maioria dos analistas de negócios e são usadas ocasionalmente pela maioria dos profissionais.

Muitas organizações provavelmente esperam que os analistas de negócios tenham experiência prática também com essas técnicas.

Grupo Análise de Requisitos & Análise de Negócios no LinkedIN

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Entre no grupo de Análise de Negócios, Análise de Requisitos e Análise de Sistemas no LinkedIN.
Entre no grupo de Análise de Negócios, Análise de Requisitos e Análise de Sistemas no LinkedIN.

O portal Análise de Requisitos está mantendo um grupo dedicado à Engenharia de Requisitos e Análise de Negócios no LinkedIN. Com certeza você mantem sua conta no LinkedIn atualizada, não é? Essa plataforma de mídia social acabou tornando-se um refúgio para os cérebros cansados da gritaria presente no Facebook e Instagram. Para tentar refinar e qualificar ainda mais nosso público, estamos mantendo um grupo público no LinkedIN, diferentemente de nossa página no Facebook, este grupo contará com conteúdo exclusivo para os membros. Que tal fazer parte deste projeto e nos ajudar a criar uma comunidade rica em conteúdo de qualidade, repleta de profissionais de peso e com vontade de compartilhar o que sabe…

 

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Relatório de lições aprendidas, template para download

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Imagem padrão para postagem no portal www.analisederequsitos.com.br que não possuam imagem relacionada.

Template de documento de lições aprendidas do projeto em pdf, docx e Google Docs

 

O termo “Lições Aprendidas” é um assunto intimamente ligado com a qualidade de um processo, e nas metodologias de melhoria contínuas aplicadas.

O Instituto de Gerenciamento de Projetos – PMI, através do BABOK define o conceito de lições aprendidas como o aprendizado obtido com o processo de execução do projeto. As lições aprendidas formalmente conduzidas são tradicionalmente realizadas durante o encerramento do projeto, próximo à conclusão do projeto. No entanto, as lições aprendidas podem ser identificadas e documentadas a qualquer momento do ciclo de vida do projeto. O objetivo de documentar as lições aprendidas é compartilhar e usar o conhecimento derivado da experiência para:

  • Promover a recorrência de resultados desejáveis
  • Impedir a recorrência de resultados indesejáveis

Como prática, as lições aprendidas incluem os processos necessários para identificação, documentação, validação e disseminação das lições aprendidas. A utilização e incorporação desses processos inclui a identificação das lições aprendidas aplicáveis, a documentação das lições aprendidas, o arquivamento das lições aprendidas, a distribuição para o pessoal apropriado, a identificação das ações que serão tomadas como resultado da lição aprendida e o acompanhamento para garantir a adequação adequada. ações foram tomadas.

 

O que é Gerenciamento do Escopo: como fazer?

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Os processos do gerenciamento de escopo de projetos de software

O que é um plano de gerenciamento do escopo de um projeto?

A utilização de uma estrutura analítica o projeto só será bem sucedida se essa atividade estiver incluída nos processos de gerenciamento do escopo do projeto.

Segundo o PMBOK, existem 6 processos indispensáveis para o correto gerenciamento do escopo. No infográfico abaixo, estão listadas por ordem de execução as seis etapas e processos do gerenciamento de escopo de um projeto.

Os 6 processos de gerenciamento de escopo segundo o PMBOK.
Os 6 processos de gerenciamento de escopo segundo o PMBOK.

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Os 6 processos de um plano de gerenciamento do escopo de projeto

Os seis processos indispensáveis para o planejamento e gerenciamento do escopo de um projeto segundo o PMBOK são:

Vamos analisar individualmente cada um destes 6 processos.

Planejar o gerenciamento do escopo

Este é o responsável por identificar, definir, elencar e formalizar características do projeto. Nesta fase por exemplo, são definidas equipe, papéis e formas de validação inicial o escopo do projeto.

Coletar e documentar requisitos

É muito comum confundir a fase de coleta e requisitos para definição do escopo do projeto, com a própria atividade específica de levantamento e requisitos do projeto. Muita atenção, são duas atividades diferentes, em momentos também diferentes, e com objetivos TOTALMENTE diferentes.

Serão neste momento, identificadas e documentadas as NECESSIDADES globais e os domínios e objetivos, expectativas e limitações dos envolvidos, e como alcançar os objetivos do projeto.

Definir e documentar o escopo

Responsável por verificar e documentar de forma detalhada o escopo definido e acordado entre as partes durante os processos anteriores do gerenciamento de escopo.

Criar a estrutura analítica do projeto – EAP ou WBS

Neste momento o gerente de projetos ou PMO cria a estrutura analítica do projeto, detalhando e subdividindo os produtos e entregas do projeto em entidades ou componentes menores. Esta pulverização dos itens do projeto, permite um melhor gerenciamento e controle durante a desenvolvimento do projeto.

Validar e formalizar o escopo

Definidas, documentadas e formalizadas as maneiras e critérios de aceitação dos itens e entregas individuais do projeto e de também de sua forma global.

Monitorar e gerenciar o escopo

Uma vez que todos os processos anteriores do gerenciamento do escopo foram assertivamente realizados, é necessário então monitorar e gerenciar o escopo do projeto.

Este processo, segundo o PMBOK é responsável por controlar, validar, verificar, analisar e autorizar eventuais alterações ou mudanças em quaisquer das características de escopo do projeto definidos anteriormente.

 

Como fazer uma Estrutura Analítica do Projeto de forma gráfica e descritiva

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Como representar uma EAP ou WBS de forma gráfica e descritiva
Como representar uma EAP ou WBS de forma gráfica e descritiva

Como é representada uma EAP? 

Aprenda como fazer uma EAP de forma gráfica e também como estruturar uma EAP utilizando a versão descritiva desta técnica. 

No artigo anterior da série especial sobre ferramentas e recursos de gerenciamento de projetos, detalhamentos o que é uma EAP. Se você ainda tem dúvidas sobre o que é uma estrutura analítica do projeto.

Recomendamos que você leia o artigo “O que é Estrutura Analítica do Projeto – EAP ou simplesmente WBS“.

Antes de iniciar a criação de uma WBS, é necessário que o gerente de projetos tenha clareza quanto ao escopo do projeto e ao objetivo principal que deve ser alcançado.

É possível representar um modelo de EAP (estrutura analítica do projeto) de duas formas:

  • Mapa EAP: representação gráfica em forma de árvore de hierarquia;
  • Descritiva: de forma textual e organizada por numeração e sub-numeração;

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Como desenhar ou fazer um mapa EAP gráfico

Abaixo é possível visualizar esta lógica de organização neste exemplo de estrutura analítica do projeto em forma gráfica.

Exemplo de uma EAP - estrutura analítica do projeto representada através de mapa gráfico. Observe como é feita a estruturação de derivação dos itens de uma EAP
Exemplo de uma EAP – estrutura analítica do projeto representada através de mapa gráfico. Observe como é feita a estruturação de derivação dos itens de uma EAP

Como já explicado, uma EAP representada de forma gráfica é organizada partindo do item mais alto da visão e sendo detalhada em itens filhos, sem limite de descendência.

Como fazer uma EAP descritiva

Da mesma forma como a representação gráfica de uma EAP – estrutura analítica do projeto, a representação descritiva (textual) de uma EAP deve obedecer a ordem de derivação hierárquica, tendo sempre suas ramificações organizadas do item mais genérico até o mais específico.

Exemplo de EAP descritiva. O uso da representação textual de uma estrutura analítica do projeto é uma alternativa para a estruturação da visão do projeto.
Exemplo de EAP descritiva. O uso da representação textual de uma estrutura analítica do projeto é uma alternativa para a estruturação da visão do projeto.

Normalmente nesse tipo de representação de uma EAP, utiliza-se números árabes para estruturar cada item, pode-se também utilizar algarismos romanos e também letras do alfabeto latino

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Vídeo sobre EAP ou WBS – Estrutura analítica do projeto explicada!

[su_youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=aIGBv4pIjc4″]

O mestre Mario Trentim do site GestaoeProdutividade publicou ainda em 2017 um vídeo excelente sobre o que é uma EAP, como fazer uma, quais os tipos de EAP. O vídeo é obrigatório para qualquer gerente de projetos ou qualquer outro envolvido diretamente em tarefas de gestão e planejamento de projetos.

O que é EAP, Estrutura Analítica do Projeto – EAP ou WBS?

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Entenda por que a EAP é fundamental para o sucesso de um projeto
Entenda por que a EAP é fundamental para o sucesso de um projeto

Entenda o que é uma EAP ou estrutura analítica do projeto, em inglês chamada de WBS.

Em gerenciamento de projetos, o que é uma EAP? EAP significa ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO, e consiste em uma técnica utilizada no gerenciamento projetos. Seu funcionamento consiste basicamente em dividir o escopo geral de um projeto em itens menores e de baixa complexidade, possibilitando assim que seu gerenciamento e controle se torne mais fácil. 

Quais são as regras e técnicas para criar uma EAP de forma correta e que reflita a visão geral do projeto? Preparamos um roteiro objetivo para explicar de forma simples os segredos de como criar uma EAP eficiente de forma simples e rápida (estrutura analítica de projeto).

A Estrutura Analítica do Projeto segundo a Wikipedia

A Estrutura Analítica de Projetos (EAP), do Inglês, Work breakdown structure (WBS) é um processo de subdivisão das entregas e do trabalho do projeto em componentes menores e mais facilmente gerenciáveis. É estruturada em árvore exaustiva, hierárquica (de mais geral para mais específica) orientada às entregas, fases de ciclo de vida ou por sub-projetos (deliverables) que precisam ser feitas para completar um projeto.” – Fonte: Wikipédia;

Para garantir o sucesso do desenvolvimento de um projeto, é necessário analisar de forma detalhada cada uma das suas fases, etapas ou interações. Projetos complexos normalmente preveem numerosas atividades, o que faz com que o planejamento seja indispensável para sua execução.

Com o objetivo de auxiliar no gerenciamento e controle de todas as atividades envolvidas em um projeto temos à disposição o artefato EAP (estrutura analítica do projeto), em inglês WBS.

A metodologia motriz por trás desta técnica é a ideia de “decomposição estrutural do projeto”. Veja uma EAP como uma visão geral do projeto, porém detalhada ao nível de cada marco, interação ou atividade imprescindível para a obtenção do escopo do projeto.

O uso de uma EAP não se restringe somente à projetos de desenvolvimento de software. É comum utilizar este recurso em diversos segmentos, como:

  • Projetos de construção civil;
  • Projetos de gerenciamento de eventos;
  • Projetos de linhas de produção;
  • Projetos de produção de conteúdo;
  • ETC;

A EAP fornece grande auxílio para o gerente de projetos – project manager responsável, dando melhores condições para a análise das dimensões, complexidades e impactos de cada uma das etapas.

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Infográfico: o que é uma EAP?

Para ajudar no entendimento total dos principais itens e características de uma estrutura analítica do projeto, elaboramos este infográfico.

O que é EAP? Infográfico: principais características de uma estrutura analítica do projeto - EAP - WBS. Como o uso de uma EAP pode salvar seu projeto de desenvolvimento.
Infográfico: principais características de uma estrutura analítica do projeto – EAP – WBS. Como o uso de uma EAP pode salvar seu projeto de desenvolvimento.

A organização visual de uma WBS (EAP – estrutura analítica do projeto) segue a lógica padrão de relacionamento de hierarquia, onde determinado tópico de atividade pode derivar outro item secundário, e este mesmo outro item. Os níveis de hierarquia de uma EAP não são determinados, sendo sua profundidade variável conforme a necessidade específica  no escopo de cada projeto.


Não ignore a importância do dicionário EAP 

O dicionário EAP é um documento que fornece informações detalhadas sobre cada um dos itens planejados, suas entregas, atividades secundárias e cronograma.


Estrutura analítica do projeto,
uma visão completa

Uma EAP construída de forma correta é capaz de fornecer ao gerente de projetos uma visão completa do projeto com detalhes cruciais de cada uma das entregas.


Identifique claramente quais são os objetivos do projeto

A identificação clada dos objetivos principais de um projeto e de suas principais entregas garante que o detalhamento de uma EAP seja possível. Se os objetivos do projeto não forem claros, a EAP sera falha.


Como fazer a EAP
de um serviço

Quando um projeto, seja ele de software ou não, prevê a utilização ou consumo de um serviço interno ou externo, é recomendado, tratar cada um desses serviços como uma entrega individual do projeto.

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Como fazer uma EAP
– Estrutura analítica do projeto

Antes de iniciar a criação de uma WBS, é necessário que o gerente de projetos tenha clareza quanto ao escopo do projeto e ao objetivo principal que deve ser alcançado.

É possível representar um modelo de Estrutura Analítica do Projeto,  EAP  de duas formas:

  • Mapa EAP: representação gráfica em forma de árvore de hierarquia;
  • Descritiva: de forma textual e organizada por numeração e sub-numeração;

Para entender como estruturar uma EAP ou WBS de forma correta, leia o artigo Como representar uma EAP de forma gráfica e descritiva“.

 

As 5 fases do desenvolvimento de software

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Infográfico: 5 fases simples para entender a engenharia de software
Infográfico: 5 fases simples para entender a engenharia de software

O que  é Engenharia de Software? Esta pergunta é repetida religiosamente por todos que iniciam seus primeiros passos no mundo do desenvolvimento de sistemas e outros projetos de software.

Mas afinal, como podemos definir de forma clara o que a engenharia de software abrange? Nada de pânico! Vamos esclarecer as principais características desse mundo ainda cheio de indefinições.

“Um gatinho com juba de leão”

O termo engenharia por si só já tem o poder de causar um certo receio, e até mesmo a presunção de algo burocrático e desgastante. Muita calma nessa hora, na verdade a engenharia de software é menos maligna do quanto possa parecer.

Não tenha medo! A Engenharia de Software é como um gatinho com juba de leão!
Não tenha medo! A Engenharia de Software é como um gatinho com juba de leão!

Engenharia de Software, ou Engenharia de Sistemas fica muito menos assustadora quando entendemos seus objetivos, competências, metodologias e os papéis que atuam em cada cenário de seus processos. “É como um gatinho, com uma enorme juba de leão!”.

No artigo “O que faz um engenheiro de software” explicamos de forma objetiva e detalhada todos as atividades que a engenharia de software compreende, e também um esquema e uma lista com exemplos práticos das atividades e competências de responsabilidade de um engenheiro de software e sistema.


As fases da engenharia de software, ou engenharia de sistemas

É possível agrupar de forma sucinta todo domínio da engenharia de software em apenas 5 fases, obviamente em uma ótica macro.

    1. Análise de Negócio e Análise de Requisitos;
    2. Projeto e Arquitetura do Software;
    3. Desenvolvimento ou programação;
    4. Garantia de qualidade e Entrega;
    5. Manutenção corretiva-adaptativa e Manutenção Evolutiva;

Lembrando que estas cinco fases que elencamos de um processo de engenharia de software não deve ser tomada como regra ou norma. Todo processo de desenvolvimento de software deve ser modelado conforme a necessidade de cada projeto, a menos que você queira que seu projeto seja um verdadeiro fracasso!

Infográfico: O que é engenharia de software? Entenda em 5 fases.
Infográfico: O que é engenharia de software? Entenda em 5 fases.

1 – Análise de negócio e Análise de requisitos

Identificação e individualização do problema a ser resolvido. Nesta primeira fase, são executadas as duas atividades (disciplinas) mais críticas e determinantes de um projeto de desenvolvimento de software.

A identificação do problema de negócio a ser resolvido, e a correta especificação dos requisitos de sistema necessários para atender a solução para este problema, serão decisivos para o sucesso ou fracasso do projeto.

 

As 7 dimensões do produto são: user, interface, action, data, control, environment e quality
The 7 product dimensions – As 7 dimensões do produto

Os requisitos de sistema

O detalhamento dos requisitos de software que atenderão a solução para o problema de negócio identificado são, a grande modo divididos em dois tipos, sendo:

Requisitos funcionais

Recurso ou funcionalidade do software, que pode ou não interagir com o usuário.

Exemplo de requisito funcional:

# DESCRIÇÃO TIPO PRIORIDADE
1 O sistema deve permitir o cadastro de novos usuários, realizando a validação através de um e-mail de confirmação. REQUISITO FUNCIONAL OBRIGATÓRIO
2 Deve ser possível ao usuário solicitar a redefinição de sua senha, informando o e-mail cadastrado. REQUISITO FUNCIONAL IMPORTANTE

Requisitos não funcionais

São características de comportamento ou de ambiente, que interferem no funcionamento esperado de um sistema, e que não são atendíveis unicamente através de um ou mais requisitos funcionais.

Exemplo de requisito não funcional

# DESCRIÇÃO TIPO PRIORIDADE
1 O sistema deve ter garantida uma disponibilidade maior que 98.05%. REQUISITO NÃO  FUNCIONAL OBRIGATÓRIO
2 O sistema deve ser multiplataforma, possibilitando seu uso em dispositivos com O.S. Windows, Linux e macOS. REQUISITO NÃO FUNCIONAL OBRIGATÓRIO

 

Ainda durante a fase de análise de requisitos e análise de negócio, são realizadas atividades de:

    • Identificação e especificação dos domínios do programa (qual o cenário em que ele será inserido, e quais seus limites);
    • Detalhamento de comportamento do sistema;
    • Prototipação e especificação de interfaces;
    • Comportamentos do sistema para atender as regras de negócio;

Mesmo que pareça repetitivo, é fundamental que a importância destas duas atividades de análise esteja clara para todo gerente de projetos, arquiteto de software, análise de negócios ou requisitos e também para todos os estudantes de engenharia de software.

Os erros e imprecisões cometidos nesta fase, serão perpetuados e amplificados ao longo de todo o projeto, resultando incontestavelmente em prejuízo financeiro e em um sistema que não atende as necessidades reais.

2 – Projeto e arquitetura do software

Neste ponto do ciclo de desenvolvimento de software, é realizada a compatibilização dos requisitos de sistema, funcionais e não funcionais, com os recursos tecnológicos do ambiente em questão.

O arquiteto de software ou engenheiro de software, analisa cada um dos requisitos de sistema especificados, e identifica através de qual recurso tecnológico ele será atendido da forma mais eficiente, eficaz e com o menor impacto sobre eventuais outras funcionalidade.

Recursos tecnológicos é todo e qualquer recurso que provenha do ambiente computacional no qual o sistema será desenvolvido, por exemplo funções e métodos da linguagem de programação, features e comportamento do banco de dados, recursos de hardware, consumo de informação de fonte externa através de API`s ou outro tipo de integração.

Diagramas UML – Unified Modeling Language

Os diagramas de modelagem de sistema, UML, são recursos preciosos para um detalhamento eficiente dos requisitos de um sistema.

A utilização de diagramas durante todo o ciclo de desenvolvimento do sistema é uma prática recomendada porém não obrigatória.

Os tipos de diagrama disponibilizados por esta linguagem de modelagem (UML), possibilitam o desenvolvimento e evolução visual de todo o sistema, partido desde o diagrama de casos de usouse case diagram, até diagramas de atividadeactivity diagram, diagrama de sequência, diagrama de classe, e outros conforme a necessidade do projeto.

 

LIVRO: Utilizando UML e Padrões - Craig Larman - Português
LIVRO: Utilizando UML e Padrões – Craig Larman – Português

 

Durante o processo de arquitetura do sistema, são sequencialmente definidos atributos técnicos da linguagem de programação que deverão ser utilizados na solução dos requisitos de sistema.

O arquiteto de software detalha então os componentes das interfaces, seus atributos,  as interações entre componentes do sistema ou externos, características especiais. Também durante esta etapa são determinados os métodos, funções e padrão de codificação a serem obedecidos durante a programação do software.

3 – Programação, Codificação ou Desenvolvimento do Software

Terminadas as fases de análise de negócio, análise de requisitos e arquitetura de sistema, chega então o momento de fazer a mágica acontecer, é a hora de programar!

Através das documentações e artefatos produzidos durante as etapas anteriores, um programador, ou melhor dizendo, um desenvolvedor realiza o entendimento de tais especificações, instruções e padrões e desenvolve o código que atenderá aos requisitos especificados.

A programação de uma funcionalidade, seja em uma situação de desenvolvimento adaptativo, corretivo, evolutivo e também em um novo sistema, deve obedecer o quanto estabelecido e determinado durante a análise de requisitos, e arquitetura de software, e documentado através de artefatos que variam conforme a metodologia de desenvolvimento adotada.

Uma premissa universal para a atividade de codificação, é de que um código deve ser entendível e alterável por qualquer outro desenvolvedor que possua as mesmas competências técnicas independentemente do tempo transcorrido após a implementação.

Boas práticas de indentação, nomenclatura e documentação através de comentários são diferenciais muito úteis na manutenção de um sistema estável, que possua recursos reutilizáveis e com um baixo índice de refluxo.

“um código deve ser entendível e alterável por qualquer outro desenvolvedor que possua as mesmas competências técnicas independentemente do tempo transcorrido após a implementação”

4 – Garantia de qualidade do Software e Entrega

O termo “Garantia de qualidade de software” representa uma série de atividades, processos, critérios e metodologias que tem como objetivo principal atestar a conformidade de uma ou mais funcionalidade de um sistema.

Análise de testes de software

Durante esta fase, são normalmente envolvidos o personagem do analista de teste e o testador. O analista de teste é responsável por planejar, elaborar e documentar todas as verticais passíveis de verificação em uma implementação  ou correção de software.

 

O que são requisitos de software, e porque vão fazer seu projeto fracassar!
O que são requisitos de software, e porque vão fazer seu projeto fracassar!

A importância da análise de testes e do teste de software

O analista de testes, utiliza os artefatos de documentação de software gerados nas etapas anteriores para direcionar a análise e o plano de teste, buscando sempre como objetivo final a verificação ou não da aderência de cada feature individual com o seu respectivo requisito de sistema, e requisito de negócio.

A figura do testador por sua vez, com o apoio do plano de testes e demais documentações disponíveis, executa testes sistemáticos conforme especificado. A forma, constância e complexidade destas rotinas de testes variam conforme o ambiente, tecnologia, escopo, prazo e dimensão da implementação.

Software Delivery

Uma vez que os testes foram executados e a conformidade de cada uma das implementações for verificada, o sistema, pacote, ou versão está disponível para o processo de delivery, ou seja para disponibilização ao usuário.

O processo de entrega de uma implementação é determinado por diversos fatores, como por exemplo o tipo de emprego do software, ambiente, nicho de mercado, impacto da entrega, tecnologia, etc.

 

5 – Manutenção adaptativa e evolutiva do software

Mesmo que em teoria o processo de desenvolvimento de software tenha sido concluído no momento da entrega da implementação ao cliente, a manutenção do sistema também é de responsabilidade da engenharia de software.

Esta etapa pode ser interpretada como um loop que, em caso de necessidade, seja ela a correção de um defeito do sistema, ou para o desenvolvimento de um novo recurso, retorna o fluxo ao primeiro estágio da lógica apresentada neste artigo.

Manutenção não é sinônimo de suporte

Não deve-se cometer o erro de confundir a fase de MANUTENÇÃO com o cenário de SUPORTE. Por mais que a fase de manutenção e a de suporte convirjam no mesmo caminho, uma tem por objetivo garantir o funcionamento e aderência do software, já a outra tem como premissa única a entrega de conhecimento ao usuário final, ou pelo menos deveria ser assim – mas isso é assunto para outra discussão =].

Uma história sobre requisitos de software: O carro esportivo que virou bicicleta!

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Uma pequena história para explicar de uma vez um dos principais problemas no desenvolvimento de software!
Uma pequena história para explicar de uma vez um dos principais problemas no desenvolvimento de software!

Você é um redator de uma pequena equipe de publicidade? Ou então é um arquiteto e urbanista? Talvez um artesão ou artista plástico? Não importa, se você tem um cliente (seja sua mãe ou uma multinacional) você uma hora ou outra vai ter que tratar com os conflitos de expectativa. Quando se trabalha com engenharia de software, principalmente nas disciplinas que norteiam o desenvolvimento, evolução e manutenção de um produto. Uma das barreiras mais difíceis de serem superadas é justamente essa! a divergência entre as expectativas que cada um dos atores de todo o ciclo. O usuário final espera que você lhe entregue um carro potente, bonito e confortável. O patrocinador…

 

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Vídeo: Singularidade, a etapa final da evolução

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Nem só de UML vive um analista, então, compartilhamos hoje este fantástico vídeo criato pelo cineasta italiano Giancarlo Casaleggio sobre os limites da inteligência artificial e da internet das coisas.

O último convite para a reflexão deixado pelo italiano Giancarlo Casaleggio, empresário, político e pensador italiano morto em abril deste ano de 2016, nos leva á uma teoria no mínimo perturbadora.

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